O SOL DE QUINTA-FEIRA

Grana acima de tudo!

A última a chegar é mulher do padre!

O crack fecha as portas de uma tradição

Pequenas manchetes, grandes escândalos

Laerte na página A2

Sem comentários

Verdade seja dita!

Aeroporto 2022

Chico Caruso na primeira página

Vou de bike!

Vergonha nacional

A força da grana que ergue e destrói coisas belas…

Uma vida inteira pela música clássica

Viva o cinema nacional!

Biden X Trump, de novo!

Lewis Hamilton foi parar na capa da Vanity Fair

Vimos no G1

A GloboNews acertou a mão em suas tardes, com Andrea Sadi comandando o Estúdio I e Julia Dualib, em companhia de Tiago Eltz, no GloboNews Mais, que entra em seguida.

Desde segunda-feira passada, o Jornal Nacional não informa mais os números da Covid no Brasil, o que vinha fazendo com rigor desde o início da pandemia. 

 

 

 

O SOL DE QUARTA-FEIRA

Na manchete princincipal, o foco dos dois candidatos no primeiro dia de campanha. Na foto abaixo, Alexandre de Moraes tomando posse como guardião das eleições.

Os convidados eram os mais diversos possíveis. Tinha de tudo.

Isto é um dado importante das eleições 2022

O condenado vai cumprir a pena em liberdade. Justiça brasileira!

A dupla Leandro Assis e Triscila Oliveira, cada dia melhor

Resumindo: climão!

O santinho do bandido

O primeiro dia de campanha em quatro fotos

O assunto livro censurado volta à tona depois do atentado ao escritor Salman Rushdie

A fé não costuma fará…

Bolsonaro e Lula, um em frente ao outro, debaixo do mesmo teto

Em página inteira, o Le Monde diz que Lula pode barrar o governo desastroso de Bolsonaro

Ana Paula do Vôlei, uma bolsonarista de carteirinha

Na Folha

Serotonina, o novo disco de João Donato, o aniversariante do dia

 

 

O SOL DE TERÇA-FEIRA

O brasileiro ainda tem mania de achar que mulher é boa pra vice

Uma triste notícia

Um hospital de referência no tratamento do câncer

Festa estranha com um presidente esquisito

Doze pontos de diferença

Alguns números

Chico Caruso finalmente ganhou um pouco mais de espaço na primeira página

Caio Blat no filme O Debate, na capa do Segundo Caderno

O governo agora só pensa em comprar votos

Obra parada em Pernambuco

Capa de Nicole Rifkins

The Economist: Nasce uma nova Alemanha

É o mundo derretendo

NOTA 10 para o repórter Nilson Klava, que vem explicando nos intervalos da GloboNews, de modo didático e divertido, o que é uma eleição e suas expressões

A GloboNews estreou ontem sua nova identidade visual e o jornal GloboNews Mais às 16 horas, com Julia Duailibi e Tiago Elts. Sintonizados, os dois mandaram bem.

O Sol alertou que Ivete Sangalo merecia coisa melhor que uma confusa pipoca. Condenado a não resistir muito tempo, deu 8.3 de média no Ibope.

“Cresci sabendo que o Brasil nasceu na Bahia, o samba nasceu na Bahia, Cristo nasceu na Bahia. Mitos que não têm sido apenas desmentidos mas cruelmente pisoteados. Uma coisa, porém, ninguém pode negar: Dorival Caymmi nasceu na Bahia. E isso é como redimir as três afirmações anteriores, que vão, num crescendo, do simples orgulho histórico ao total absurdo. João Valentão é brigão, pra dar bofetão não presta atenção e não pensa na vida. A todos João intimida. Os chefetes matadores, seguidores tristonhos e provincianos da onda de heróis bandidos dos morros cariocas do passado (e que insistem em querer dar mostras de que ainda têm e terão eternamente o mesmo poder de sempre), são personagens soteropolitanos de agora. Mas João tem seu momento na vida. É quando sinto que se prova que, se os chefetes cariocas estão em descompasso com o andar da sociedade, os seus emuladores baianos são como o eco retardado de um gemido sinistro. Não há sonho mais lindo do que sua terra, diz o canto que brilha em perene redenção do insalvável.

Caymmi nasceu. Algo houve, cem anos antes da morte de DC, que nos mantém capazes de esperar, crer, amar. A canção brasileira é uma entidade em que as pessoas que por acaso se encontraram nesta parte do extremo Ocidente em que se fala português reconhecem-se, quase se justificam. Dorival Caymmi é um centro dessa entidade. O centro. Um polo. Um ponto fora da circunferência. Ele e só ele pode ser tudo isso.

As peças que ficaram conhecidas como “canções praieiras”, cantadas pelo autor acompanhado de seu violão, são momentos altos na história da música: as ouvimos e sabemos logo que se trata de grande arte, de algo que enaltece a nossa humanidade. As gravações têm apenas o defeito de terem sido mixadas com menos volume no violão em relação à voz do que seria o ideal. Mesmo assim, não há quase nada à altura em nossa música, em nossa literatura, em nossas artes plásticas ou cênicas.

Caymmi teve uma casa de veraneio em Rio das Ostras. Stella, sua mulher de sempre (minha mãe dizia que ela era sua cantora favorita dentre todas as brasileiras que se apresentavam nos programas de rádio — e que Caymmi, casando-se com ela, tinha nos roubado esse tesouro; mas o fato é que Stella encontrou a felicidade em Dorival e, numa única faixa do disco que este fez, décadas mais tarde, com Tom Jobim, ela provou que nos dava mais do que toda uma carreira de estrela poderia), recebeu a Kombi da TV Globo em que eu cheguei com Alcione e a equipe que iria gravar um encontro entre Caymmi e nós.

Quando todos cumprimentávamos a dona da casa (que ironizava toda a situação com aquele calor de sinceridade apaixonante), Caymmi chegou, falou rapidamente com todos e me destacou do grupo para, segundo ele, me mostrar uma coisa muito importante que ele tinha feito. Eu o segui casa adentro, uma dessas casas brasileiras de beira de praia do final do século XX, sem nenhum encanto aparente. Chegamos ao cômodo onde estava aquilo para o que ele queria chamar minha atenção. Era uma sala neutra, com uma poltrona comum. Um ventilador estava no chão, ligado. Caymmi, pondo a mão no meu ombro, disse: “Olha o que eu fiz: botei o ventilador de frente para a poltrona. Eu me sento aqui e fico só pensando em coisas boas”. Era um koan baiano, uma lição do Buda-Nagô, como sintetizou Gil. Zen-yoruba.

Quando minha querida Suzana de Moraes, filha de Vinicius, se casou com Robert Feinberg, Dedé, mãe de Moreno, então minha mulher, foi madrinha, Carlos Drummond de Andrade, padrinho. Isso me deu a oportunidade de conhecer Drummond, que falou de música e política, chegando ao alvo: “O melhor é Caymmi”. Feliz, contei a história da poltrona e sobre o “só pensando em coisas boas”. Drummond, grave e sorrindo: “E nós, hein, Caetano, que só pensamos em coisas ruins…”.

Caymmi sabia de tudo. João Gilberto me disse que eu olhasse sempre para ele, que ele era o gênio da raça, uma lição permanente. Não por acaso ele é folclore e sofisticação urbana, “O mar” e “Você não sabe amar”, primitivo e impressionista, ligado a todos e sozinho. Todas as coisas ruins que se apresentam de modo tão estridente ao nosso redor agora mesmo estão sob o jugo de sua calma, de sua teimosa paciência, de sua doçura, de sua luminosa inspiração. Stella não nos deu apenas a “Canção da noiva”, Nana, Dori e Danilo: ela nos deu a vida de Caymmi. As coisas ruins vão ter de se virar para enfrentá-lo.

Fonte: http://www.caetanoveloso.com.br/blog_post.php?post_id=1737

Uma capa pela metade, sempre abre espaço para a publicidade

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

O emprego que caiu do céu

A pobreza se alastra pelo Brasil

O Brasil vai acabar dando um tiro no pé

Um ano sob o regime talibã não é fácil para ninguém

O Flamengo marca cinco no Athlético com H, corre para o abraço e para alcançar o Palmeiras

Jack White está de volta com dois discos

Colcha de retalhos

A luta de quem tem filho superdotado pela inclusão

Seus problemas acabaram!…

Antônio Fagundes retorna ao palco

A nova era do trabalho em casa

A capa da D, a revista feminina do jornal italiano La Repubblica

Todo idoso – velho, como chamávamos – vive dizendo que o mundo era muito melhor antigamente. Conheço umas duas dúzias deles, todos com a certeza absoluta de que andar de carrinho de rolimã era muito mais divertido do que ter um celular cheio de jogui… Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/opiniao/o-mundo-era-pior/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

Agora sim, as obras completas

A história de Milton Nascimento e do filho dele, Augusto, na capa da revista do Globo no dia dos pais

Na capa do Bem Estar do Estadão, a opção por deitar e rolar

O Aroeira do domingo

 

 

 

 

O SOL DE SEXTA-FEIRA

Um dia histórico para o Brasil

Uma vista aérea vista do alto

Claudio Mor, na página A2

Uma primeira página dessas que entram para a história

Chico Caruso na primeira página. Pena que tão pequeno.

A carta ocupou quase toda a primeira página

Kleber retrata o idiota que minimiza a História

RIR É O MELHOR REMÉDIO! O jornal argentino Página 12 ilustrou a inflação de Julho na Argentina com ninguém menos que… Julio Iglesias.

Na capa da Carta Capital, o ministro que vai comandar as eleições de outubro

 

O SOL DE QUINTA-FEIRA

Para ouvir o que os brasileiros e brasileiras têm a dizer:

Não vai ter golpe!

Quem você acha que está melhor na foto?

Uma história para Agatha Christie

A prova do crime

Viva! Mais um passo para as mulheres serem donas dos próprios corpos.

Pequenas chamadas, grandes salários

Laerte, sempre acertando na mosca

Na edição de hoje da Folha, um caderno especial sobre a Carta em favor da democracia

Ao contrário do que diz o presidente, ele quer golpe e fica falando

Quando O Globo vai dizer PCC? Ele não fala CENTRÃO? Devia chamar também de facção criminosa.

A charge de Chico Caruso na primeira página virou uma espécie de QR-CODE

O humor das quebradas ganha a primeira página do Segundo Caderno

Feliz 2023!

Os recenseadores começaram a contar nossos indÍgenas