O SOL/QUARTA-FEIRA/01.12.21

Não demorou a chegar por aqui

A velha política

O clima está colocando o planeta Terra na lista de extinção

Começou por São Paulo

O Brasil ainda tem mais de 13 milhões de desempregados

Espaço fica numa sinagoga em São Paulo e abre domingo que vem

Triste Bahia

Bolsonaro se une a Valdemar Costa Neto

A foto em destaque na primeira página mostra o interior do trem fantasma

A justiça tarda, mas tarda

Juntos, éramos uma usina de criatividade, criadores e criação. O trabalho e o prazer de realizá-lo fundiram-se, compondo a força motora na concepção do jornal O Tempo, há 25 anos. Éramos Durango Kids em busco do novo, como na canção de Milton Nascimento:

Propriamente eu sou Durango Kid

Eu vim trazer, eu vim mostrar

Novo jornal, novo sorriso

Esse jornal é o meu revólver

Esse jornal é o meu sorriso

Em menos de um ano o Tempo estava bancas, nas ruas, nos bares, nos lares, nas camas. Sobretudo, na boca do povo. Jornalistas e leitores eram de carne e osso, ao vivo e em cores. Ainda não tínhamos mergulhado no manicômio do universo virtual e suas redes sociais, quando se descobriu que informação é um negócio e a verdade deixou de ser importante.

Na mercearia de Seu Bené, num remoto subúrbio de BH, o Tempo só chegava ao anoitecer, mas não perdia a atualidade porque os fatos envelheciam com paciência e encontravam os fregueses reunidos ao redor do balcão, bebericando pinga de velhos alambiques e fumando cigarros de palha, enquanto as manchetes do dia eram lidas em voz alta.

O surgimento do Tempo coincidiu com a ascensão de Lula. Toda vez que uma manchete se referia ao metalúrgico, Seu Jair, um dos frequentadores, gritava com a cara de espanto de quem vive de parede-meia com Béla Lugosi: ‘Esse barbudo vai ser presidente e vai ter reforma agrária’! Toda noite era a mesma cantilena até que Seu Jonas, outro frequentador, resolveu intervir: ‘Preocupado com reforma agrária por quê, seu Jair, o senhor não tem nem quintal!’

Faz 25 anos, mas parece que foi ontem.

Eu vim trazer, eu vim mostrar

Novo jornal, novo sorriso

A Time dá a largada para os números especiais de fim de ano

A beleza negra na capa da francesa Carcy

A Amazônia correndo risco, na capa do Le Monde Diplomatique Brasil

O Mc Donalds na França comemora o fato de não oferecer mais brindes às crianças fabricados com plástico

 

 

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