O SOL DE SEXTA-FEIRA

Um dia histórico para o Brasil

Uma vista aérea vista do alto

Claudio Mor, na página A2

Uma primeira página dessas que entram para a história

Chico Caruso na primeira página. Pena que tão pequeno.

A carta ocupou quase toda a primeira página

Kleber retrata o idiota que minimiza a História

RIR É O MELHOR REMÉDIO! O jornal argentino Página 12 ilustrou a inflação de Julho na Argentina com ninguém menos que… Julio Iglesias.

Na capa da Carta Capital, o ministro que vai comandar as eleições de outubro

 

O SOL DE QUINTA-FEIRA

Para ouvir o que os brasileiros e brasileiras têm a dizer:

Não vai ter golpe!

Quem você acha que está melhor na foto?

Uma história para Agatha Christie

A prova do crime

Viva! Mais um passo para as mulheres serem donas dos próprios corpos.

Pequenas chamadas, grandes salários

Laerte, sempre acertando na mosca

Na edição de hoje da Folha, um caderno especial sobre a Carta em favor da democracia

Ao contrário do que diz o presidente, ele quer golpe e fica falando

Quando O Globo vai dizer PCC? Ele não fala CENTRÃO? Devia chamar também de facção criminosa.

A charge de Chico Caruso na primeira página virou uma espécie de QR-CODE

O humor das quebradas ganha a primeira página do Segundo Caderno

Feliz 2023!

Os recenseadores começaram a contar nossos indÍgenas

A próxima enquete da TV Jovem Pan News deve ser: Vladimir Putin merece o Nobel da Paz?

O clima na manchete principal do Le Monde

Taiwan na capa da britânica Guardian Weekly

A tenista Serena Willian anuncia que vai se aposentar e vira rainha na revista do jornal esportivo francês L’Équipe

Era uma vez Odessa, cidade ucraniana, na capa da francesa L’Un.

A seca na França vira capa do jornal L’Humanité

Só pode ser censura. Não existe essa história do principal jornal da casa, no horário nobre, ser gravado.

É possível afirmar, sem medo de errar, que ele conduziu bandas de rock até o estrelato. Conduziu no sentido de sentar ao volante e dirigir as vans e os veículos nos quais as bandas fizeram suas primeiras turnês internacionais, mas também em outros sentidos: negociou shows, aplacou conflitos, aparou arestas, colou flyers e lambe-lambes em postes e muros, juntou cacos de amizades partidas, entre outras façanhas.

Paulo André Moraes Pires não teve culpa por nada disso. Ele estava no epicentro de uma das maiores revoluções da música jovem brasileira, o mangue beat do Recife, Pernambuco, no início dos anos 1990, e era abusado o suficiente para acreditar que aquilo poderia ganhar o mundo. Agora, as histórias de como tudo aconteceu estão reunidas em livro: Memórias de um motorista de turnês (Cepe Editora). O livro de Paulo André será lançado neste cabalístico 13 de agosto, também conhecido como o próximo sábado, no Centro de Artesanato de Pernambuco (Avenida Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife), às 16 horas. O livro impresso, de 164 páginas, custa 50 reais, o e-book custa 20.

Originalmente, Paulo André contava essas histórias nas redes sociais, em posts do Instagram ou do Facebook. Amigos privilegiados também as ouviram pessoalmente, às vezes na frente de um chope no Mercado Bolonha, em Belém do Pará. Em forma de texto não é muito diferente porque Paulo André escreve exatamente do jeito que fala, até com o sotaque delicioso e os palavrões todos.

Produtor, tradutor, agente e motorista de bandas como Chico Science & Nação Zumbi, Devotos, Mestre Ambrósio, Cascabulho, Cabruêra, Siba e a Fuloresta, Felipe Cordeiro e DJ Dolores & Orchestra Santa Massa, ele é um dos responsáveis, nos bastidores, pela consolidação cultural do fenômeno musical de Pernambuco nos anos 1990. Foi amigo de todos eles, aguentou os gênios e os malas das bandas, passou fome com eles na Alemanha, trocou ingresso por abraço com Chrissie Hynde, dos Pretenders, abriu a porta do camarim para “o doido do Pink Floyd” (David Gilmour) paparicar sua banda,

No livro, Paulo André não está biografando as lendas de Chico Science e os grupos de sua época, mas contando a história de como a mitologia do rock é construída a partir de acasos, improvisação, cara de pau, visionarismo e convicção na cultura como sedimento mais precioso da evolução humana. Na mais tenra juventude, o produtor trabalhou como coletor de carrinhos de supermercado na Califórnia durante três anos, comendo o pão que o diabo amassou. Mas as experiências nunca são totalmente inúteis, e ele ouviu uma cena de death metal eclodindo na Califórnia, viu os shows, aprendeu os macetes, e voltou para Recife com um ás na manga. Abriu uma loja de discos também lendária, a Rock Xpress, e testemunhou a ebulição do mais ousado cenário musical das últimas décadas. Também é o criador de um dos mais importantes festivais do calendário brasileiro de música, o Abril Pro Rock.

O livro traz a memória principalmente do lado estradeiro daquela aventura musical. São façanhas como a quase embarcar para a Europa para uma turnê sem dois integrantes da banda, detidos em uma blitz, até a de fretar um avião Bandeirante às pressas para um show no Crato. Shows com Gilberto Gil no Central Park, Nick Cave e Ministry na Europa e a conquista progressiva dos territórios lendários do rock, como o CBGB de Nova York, entram na narrativa com naturalidade, enroscados nas aventuras de viagem como um jogo de truco contínuo.

Paulo André é uma testemunha mais do que ocular da saga do mangue beat. Dois meses após a morte de Chico Science num acidente de carro, em 1997, ele ainda recebeu um Disco de Ouro pelas 100 mil cópias vendidas do disco Afrociberdelia (1996), o segundo da mais influente banda brasileira dos últimos tempos.

Colecionador desde a infância, Paulo André também é um preciosista armazenador de fragmentos das histórias, a chamada memorabília.  “Quando vejo os objetos, as fotos, os flyers, as fitas-demo, eles me trazem lembranças não só de situações como dos próprios diálogos”, declara o autor no prefácio do livro, que é rico em fotografias. A memorabilia o impulsionou, no início da pandemia de Covid-19, a organizar as memórias que publica agora nesse livro.

É um trabalho fundamental para evocar a importância daquela era. Como lembra Louise França, a filha única de Chico Science, em um artigo no portal Geledés, neste ano de 2022 são celebrados 30 anos do Movimento Mangue, e não há nenhuma agenda comemorativa nem em Pernambuco nem no resto do Brasil. “Foi por causa desse movimento que muitos pernambucanos passaram a se aproximar e conhecer valores e costumes que estavam quase esquecidos na poeira do tempo”, ela escreve. “Trazendo consigo o orgulho de ser, o sentimento de pertencimento e a consciência do poder de transformação da arte”. É absolutamente verdadeiro isso:  ao juntar guitarras distorcidas do rock aos fundamentos do dub e do reggae, incorporando funk e hip-hop, samba, ciranda, coco, embolada e maracatu, os grupos dessa viagem fizeram a música assumir um protagonismo de revelação cultural, com a vantagem de que tinham consciência social e política e ainda por cima seu som era bom pra cacete. Que o diga um anônimo técnico de som europeu que , ao mesmo tempo que trabalhava na montagem do palco, não conseguia parar de dançar e bater cabeça com o ensaio do Nação Zumbi nos anos 1990.

A capa do livro citado por Jotabê Medeiros

Djavan e Milton, juntos, cantando Beleza Destruida

 

 

 

O SOL DE QUARTA-FEIRA

Parece notícia boa, mas não é

Todo cuidado é pouco

Mãos ao alto!

Leandro Assis e Triscila Oliveira na página A2

Sempre!

Ivanir Junior, um brasileiro

O novo livro de Sergio Rodrigues – A Vida Futura – ganhou uma página inteira no Segundo Caderno

Deus criou a palavra otimismo e escreveu a manchete do Estadão

Nunca antes na história americana aconteceu uma coisa dessas…

Deixa uma arma no banco traseiro do carro é, no mínimo, o cúmulo do absurdo

Luiz Inácio avisou: o seu dia há de chegar!

O Ibope da Record corre o risco de não ir pro segundo turno

Vimos na Folha

 

 

 

 

O SOL DE TERÇA-FEIRA

Democracia não é com Ele

Vai voltar a pintar meio-fio

Pobre Brasil

A cerimônia do adeus ao campeão Leandro Lo

Todo mundo vai sentir saudade

Dias piores virão

O retrato do Brasil estampado na primeira página

Chico Caruso voltou de férias, mas continua minúsculo

Djavan com disco novo, na capa do Segundo Caderno

A manchete principal do Estadão sempre brigando com a do Valor Econômico

Tristeza não tem fim

Lembrando que Lula joga na ponta esquerda e Bolsonaro na extrema-direita

Summer Walk, por Gayle Kabakers

Vimos na Folha

A média do Ibope foi 2.7

 

 

 

O SOL DE SEGUNDA-FEIRA

Pátria armada Brasil!

O que uma pessoa faz armada em uma festa?

Os índios no sul do Pará, acuados pelos garimpeiros ilegais

Sorry, Michelle! O capeta é o presidente.

Basta sair da mídia, que a tragédia é esquecida pelas autoridades. Eles só falam em solução, quando têm um microfone na frente.

Violência política

Um tiro na testa!

Pra que destaque para um presidente de esquerda, não é mesmo O Globo?

Na capa do Segundo Caderno: a Arca de Noé está virando filme

Vista assim do Alto da Boa Vista, São Paulo tem um Belo Horizonte

Detalhe: no exterior!

Só uma perguntinha: pra quê? Pra dizer que Bolsonaro ganhou?

O jornal francês Le Monde desenha e mostra como o mapa político da América Latina está mudando de cor

Putin, o populista, na capa da Der Spiegel, revista semanal alemã de informação

Marilyn Monroe, morta ha 60 anos, na capa da Linus, revista mensal italiana de quadrinhos

Em menos de um mês, duas vezes a palavra democracia na capa da IstoÉ

NOTA 10 para a equipe do programa É de Casa, que teve a ideia de recuperar a mesa a mesa e o sofá do Programa do Jô, para uma entrevista de Maria Beltrão com Fabio Porchat, ao lado da cadeira do gordo vazia

NOTA 10 para o Multishow que mostrou um show ao vivo de Caetano Veloso, ao lado dos filhos e da irmã Bethânia, ontem à noite, no dia dos seus 80 anos

NOTA ZERO para o Altas Horas, que vinha veiculando uma chamada super alto astral do programa de sábado e, na sexta-feira, quando morreu Jô Soares, mantiveram a chamada e acrescentaram no final um off: e uma homenagem a Jô Soares. Ficou esquisitíssimo.

Os dois primeiros livros da trilogia Galinhas, de Laurent Cardon, são altamente recomendáveis

Antes de qualquer faxina aqui em casa, há uma palavra de ordem. Antes mesmo de encher o balde com todos os produtos de limpeza, panos, escovinhas, Polyflor, antes de mesmo de passar a mão na vassoura, no espanador, no rodo, a ordem:

Alexa, toca músi… Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/opiniao/o-retrato-que-eu-lhe-dei/. O conteúdo de CartaCapital está protegido pela legislação brasileira sobre direito autoral. Essa defesa é necessária para manter o jornalismo corajoso e transparente de CartaCapital vivo e acessível a todos

Denise Fraga na capa da Ela, revista de fim de semana do Globo

Isabel Allende na capa da revista de fim de semana do jornal italiano La Repubblica

O fator falta de criatividade para uma manchete mais interessante

A ótima revista Placar prestou homenagem a uma capa antológica da revista americana Esquire, de 1968. Cassius Clay virou Neymar. Uma ótima ideia.

 

 

 

 

 

 

 

O SOL DE SEXTA-FEIRA

 

A Carta da Fiesp, mais um abalo na estrutura do governo Bolsonaro

A China não gostou nem um pouco da passagem de Pelosi por Taiwan

A varíola dos macacos assusta e preocupa

Não vai ser os 20 centavos!

Berlim 40 graus!

A Rússia é mesmo exagerada!

A roubalheira continua

Você viu o 5G por aí?

Acerto de contas

A que ponto chegou o Brasil

Sai de baixo!